sexta-feira, 3 de julho de 2009
[Videoblog] Somos como Animais?
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Assistindo ao vídeo abaixo, pensei na humanidade aturdida e percebi o quanto muitos de nós somos como os animais. A natureza é a nossa maior mestra... Fantástico! Assista até o fim e comente!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
[Videoblog] Ignorâncias na Tradição
24 de junho. São João. Feriado. Cujo mote é um santo católico. João. Que teve importante missão histórica. Que teve o nascimento anunciado com uma fogueira. Luz que não se apagou até hoje em nome de uma tradição. Tradição essa que “justifica” uma poluição danada – e outra sonora, que pegou carona. E que fez essa data virar festa. E que misturou da pior forma cultura com tradição...
Da religião, festejo. Do festejo, cultura. Da cultura, tradição. Nesse caminho, muita coisa se misturou, confundindo raízes com teimosia. Afinal, cultura que não evolui se torna mera tradição – como soltar fogos (e os hospitais viram centro de socorro como se fosse época de guerra) e acender fogueira (e os hospitais, idem, e o meio ambiente que se vire) –, fazendo essa bela festa ganhar contornos ultrapassados.
A cultura é viva. A tradição, idem – desde que evolua com os conceitos do que é saudável ou não. Senão, cenas como essa (ver vídeo abaixo) se repetirão sem a menor necessidade, privilegiando o 'belo' (ou o 'divertido') em detrimento do saudável; ignorâncias na tradição...
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Ah! Se Eu Fosse 'Dunga'...

Ciclo esse que alimenta outro, menor, interno, voltado para o eixo Sul-Sudeste. Onde jogadores que lá atuam são sempre foco para a ‘canarinha’. São convocados e vão para o exterior. Ou vice-versa. E nesse ‘vai-e-vem’ o futebol de ‘lá’ vai ficando cada vez mais forte. E o de ‘cá’ – leia-se resto do país – fica a mercê.
Dia desses o técnico Dunga foi questionado. Perguntaram quando o Nordeste terá um jogador novamente na Seleção. Vou além: quando um jogador atuando num clube do Norte-Nordeste vai para a Seleção?
A saída do ‘professor’ foi insinuar culpa aos clubes, que “devem trabalhar melhor para revelar bons jogadores”. Brilhante. Clubes com orçamentos muito inferiores aos do citado eixo. Que não são beneficiados pelo referido ‘ciclo’. Que veem seus potenciais craques partir para as bandas de ‘lá’, sonhando com voos mais altos.
Por essas e outras, a Seleção Brasileira - a principal - perdeu o glamour. Não consigo torcer para esses ‘produtos’ que vestem o amarelo da nossa bandeira (por melhores jogadores que sejam). Não consigo mais compactuar com esse cartel escuso, que mantém um esquema no qual a maior parte do país é excluída. Posso parecer o ‘Zangado’ nessa história, mas, garanto, se eu fosse o ‘Dunga’...
Contudo, enquanto minhas palavras se perdem na imensidão da ignorância da maioria, vejo que as seleções secundárias cumprem com louvor sua função. Sub-15, Sub-17, Sub-20. Contando com talentos de outras regiões do país. Essas, sim, verdadeiras seleções brasileiras.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Che, Gandhi e o Mundo

O argentino Ernesto Rafael Guevara, o Che (1928-1967), tocou-se com a miséria na América Latina. Médico, mente privilegiada, aliou-se a outros ‘companheiros’ e iniciou uma das mais marcantes revoluções do nosso tempo: o movimento 26 de julho, que acabou por tomar o poder em Cuba. Ajudou a formar uma milícia que, pouco depois, tornar-se-ia um exército e iniciaria o governo comunista mais ousado da história.
Mais que armas, Che pregava a independência contra o ‘imperialismo’ das grandes nações – em especial dos Estados Unidos. Ensinou diversas pessoas a ler e escrever. Atendeu ao povo pobre de Cuba usando seus dotes de médico. Mostrou que, às vezes, é preciso sair da inércia e enfrentar as dificuldades. E não hesitou em usar da violência para tal fim. Assassinado em 1967, na Bolívia, viu sua utopia igualmente sepultada: a de espalhar a revolução por toda a América e promover, aos seus olhos, a justiça social.
Décadas antes, nascia em 1869, na Índia, Mohandas Karamchand Gandhi, o 'Mahatma'. Cresceu atento às leis injustas de sua terra e, não por menos, formou-se em Direito, em Londres. Atuou na África do Sul e na própria Índia, iniciando um movimento pacifista em prol dos direitos dos Hindus e da independência do seu país. Diferentemente de Che, Gandhi enxergava na não-violência a solução para promover mudanças. Abdicou de todos os seus bens materiais e mergulhou nas crenças religiosas e na força do seu conhecimento das leis.
Iniciou, assim, a maior revolução pacífica da humanidade. Enfrentou os poderosos ingleses e as divergências do seu povo. Ao invés de infligir sofrimento, assumiu-os: fez várias greves de fome, que sensibilizaram o povo e amenizaram os inevitáveis confrontos que teimavam em acontecer. Assassinado em 1948, viu sua utopia igualmente sepultada: a de ver a justiça social em evidência e a violência banida do coração dos homens.
Os olhos justiceiros de Che contrastam com a força iluminada de Gandhi. E ambos são exemplos de uma luta pelo bem comum – um, equivocado pelo uso da força bruta; outro, um tanto esquecido justamente por mostrar que a verdadeira força para a mudança é o amor.
E eis que os anos passaram. Com armas ou não, o mundo permanece avesso à justiça de Che – então reduzido a um ícone revolucionário – e à paz de Gandhi – figura divina então reduzida ao símbolo de um mundo utópico. Até quando?
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Os Donos da Rua

Guardadores de carros. Flanelinhas. Donos da rua.
D’onde surgiram tão numerosos? Frota excessiva, escassez de vagas para estacionamento, desemprego... As livres vias de outrora, públicas, caíram nas mãos do ‘excluídos’ – uns, desempregados, honestos, buscando ocupação e renda através de uma espontânea ‘prestação de serviços’; outros, quase meliantes, exercendo um poder de cobrança inexistente e ‘privatizando’ à força o direito alheio.
Nesse entremeio está o cidadão comum, pagando esses ‘impostos informais’ em cada via em que se precise deixar o carro nesse vasto país, como se fosse isso normal. E o ‘novo ofício’ vai ganhando cada vez mais adeptos, trabalhadores informais com renda muitas vezes maior que a da maioria da população.
Como quase tudo no Brasil, a questão tem seu ‘ponto G’ mais embaixo e envolve uma série de componentes: sociais, econômicos, políticos, culturais... Ainda assim, ficam as perguntas: Quem tem real direito sobre as vias públicas? Quais os limites entre o direito individual e coletivo? Quem são os verdadeiros donos da rua?
Enquanto o problema se acentua e as autoridades continuam empurrando a situação com a barriga, vou logo guardando uns ‘real’ para os donos da rua. E nesse ir e vir pelas cidades brazucas, vou pagando pra ver...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
URGENTE: Nova Vida Para Salvar...

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segunda-feira, 25 de maio de 2009
O Assassinato de Sidney Nicéas

Disposto a tudo para conseguir destruir o que de ilusório havia em si, bateu de frente com sua própria persona. Lutas intermináveis o consumiram por anos a fio. Embates desgastantes que resultaram num prenunciado assassinato.
- Sidney Nicéas está morto!
A notícia se espalhou dentro do ser agora largado ao léu. Novas diretrizes foram inevitáveis: modificar hábitos, mudar a freqüência dos pensamentos, equilibrar o próprio interior, enfim, realizar a mais difícil alquimia, que é transformar o “eu quero ser” no “eu sou”.
Sidney Nicéas se foi. Descartado em suas faces mais sombrias. Ainda que não seja hoje totalmente o que deseja, assassinou o ser de outrora e iniciou os necessários passos para mudar a própria condição. Assassínio ou suicídio? Muitos se questionam, mas até hoje ninguém sabe ao certo. Todavia, um novo homem tem renascido dessas cinzas.
"Seja bem-vinda, dona Morte"! Essa é a expressão do momento. E quem não a deseja, assim, nesses termos?
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Mãe é Mãe. Ou não?

Minha mãe me deu a luz.
Presumo, então,
Que minha mãe é Deus
E que a luz sou eu.
Ou não?
Minha sogra é mãe.
Da minha mulher.
Presumo, então,
Que minha mãe também é sogra
E que eu tenho duas mães.
Ou não?
Minha mulher é mãe.
É também filha e esposa.
Presumo, então,
Que ela também é sogra
E eu dela irmão.
Ou não?
Bom... Sandices à parte,
Na verdade, arretado é ser mãe.
Presumo, então,
Que por isso mulher vira mãe,
Mãe vira sogra e sogra vira o cão.
Ou não?
domingo, 10 de maio de 2009
Um Sonho Quase Impossível

A dura realidade cotidiana se mistura com a alegria e a esperança vivida com a gravidez, longe do (cada vez mais freqüente) desejo abortivo. A certeza da bênção que é gerar uma vida no próprio ventre. O conforto de contar com a ajuda de gente abnegada, que semanalmente se reúne no referido centro espírita com o único propósito de servir.
Estimuladas a escrever uma carta para o filho que ainda vai nascer, elas demonstraram um elevado senso de percepção da realidade. “Sabe filho (...) Na verdade, eu não esperava por você. Você veio no momento mais complicado da minha vida. Fiquei desesperada porque não sabia como aceitar você”, palavras de Dulciléa Lopes, 32 anos. “Com a ajuda dos meus amigos pude entender que você é especial (...) Me desculpe pelas tristezas e choros e dizer que eu não sou feliz. Mas é que a vida não é como queremos (...) Por isso, filho querido, seja bem vindo ao nosso lar, porque estamos à sua espera (...) Mamãe te ama, meu amor. Eu vou cuidar de você com muito carinho”.
As dificuldades financeiras, ainda que se mostrem obstáculos difíceis, não desanimam essas futuras mamães, como Karine Rodrigues, 22 anos. “Eu e seu pai estamos muito alegres e te amamos muito, mesmo antes de você nascer (...) No momento não temos condições de comprar todas as coisas que um bebê precisa, mas eu estou na ‘Colméia’ e seu pai está fazendo uns bicos pra comprar um berço, guarda-roupas e algumas coisas. Seus avós também ajudam. Mesmo com todas as dificuldades não vamos deixar nada faltar para você (...) Estamos muito ansiosos pela sua chegada”, escreveu.
Outras integrantes do projeto mostraram sensibilidade para ilustrar essa realidade. “Quando fiquei sabendo da sua chegada, não pude conter a minha alegria de saber que havia um ser em meu ventre (...) Jamais imaginei que sentiria essa alegria, pois, devido a problemas de saúde, achava que jamais poderia ser mãe”, expressou Andressa Ruscele, 16 anos. “Agora eu vejo que para Deus nada é impossível (...) Quando você nascer te levarei, meu filho, à casa do Pai, pois eu prometi isto a mim mesma. Quero te colocar entre minhas mãos e te levantar próximo a Ele. Quando isso acontecer, direi a Ele: ‘Pai, este filho é mais teu do que meu. Toma conta dele quando eu não estiver mais aqui”.
As cartas dessas mulheres (e de mais outras 23 gestantes) integraram um concurso literário, vencido por Karine Rodrigues (cujo trecho da carta está reproduzido acima) e promovido pela equipe que comanda o projeto, no qual este que vos escreve participou como jurado. Mais que letras dispostas num papel, permeadas por erros de português, mas inspiradas pela vida, os depoimentos revelaram que ser mãe no Brasil é uma realidade complexa – e para muitas mulheres, sem dúvida, um sonho quase impossível.
COLMÉIA- A Colméia Fraterna Yvone Pereira funciona há 14 anos na Associação Espírita Casa dos Humildes. De natureza filantrópica, o trabalho tem o comando de Zildete Pimentel, dona de casa que dedica grande parte do seu tempo ao projeto. E ela divide essa responsabilidade com outros 24 voluntários, dentre psicólogos, médicos, donas de casa e outros profissionais, que são carinhosamente apelidados de ‘abelhinhas’.
Os trabalhos compreendem atividades lúdicas, educativas e de lazer, além de oficinas. Tudo visando os enxovais, que são doados às próprias participantes. Lá, as gestantes ganham pontos nas tarefas desenvolvidas, bem como nos procedimentos pré-natais. “Ultrassom, consultas médicas regulares e cartão de vacina também contam pontos. Todas as alunas recebem peças para o enxoval, mas as que mais pontos somam ganham presentes outros, como banheiras e cestas básicas”, revela Zildete.
Mais que presentes e doações, as gestantes têm acesso a informações educativas, atividades manuais (como pintura e bordado) e orientação moral. “Aqui não importa a religião. Elas participam cientes de que estão colaborando com os enxovais umas das outras e mostram muita garra para aprender e participar”, explica Zildete, que define o objetivo maior à frente da Colméia: “Procuramos olhar o ser que estar para nascer e a gestante enquanto mulher, mãe, companheira, filha. Buscamos valorizar a pessoa. Queremos que ela saia daqui levando uma nova imagem de si e da própria vida”, concluiu.
SERVIÇO:
Colméia Fraterna Yvone Pereira – Associação Espírita Casa dos Humildes
Rua Henrique Machado, 110 – Casa Forte – Recife-PE
Informações: 3268.3954
sexta-feira, 8 de maio de 2009
O Botão do Pânico nas Américas

Agora não. (é Influenza A)
As equipes mexicanas eram ilustres convidadas da Copa Libertadores.
Agora não. (estão fulas da vida...)
O jogo entre São Paulo e Chivas seria no México.
Agora não. (o medo da gripe é grande)
Nacional e San Luis se enfrentariam também no México.
Agora não. (idem)
A Colômbia e o Chile sediariam esses jogos.
Agora não. (e tome indefinição)
Tudo por conta do pânico generalizado que tomou conta do mundo, devido ao risco de epidemia da referida gripe. E não bastasse esse enorme obstáculo planetário, eis que a Conmebol continua a saga...
O jogo entre Sport e Palmeiras era na terça-feira.
Agora não. (a TV quer mandar de novo)
A Rádio Ilha podia exercer seu papel de rádio de arena nos jogos do Sport.
Agora não. (a do Palmeiras pode...)
Em abril, Recife era seguro para o Palmeiras jogar contra o Sport.
Agora não. (e ninguém fala nada...)
A Conmebol parecia uma entidade bastante organizada.
Agora não. (nunca vi tanta polêmica em tão pouco tempo)
Quem apertou o botão do pânico???