sábado, 3 de dezembro de 2011
Passo (Parte 1)
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
O Homem Velho que Sou
Às vezes
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Todos Eles Vivem em Mim...
Nada de finados
A morte não é o fim
Penso cá dentro de mim
E lembro o meu irmão caçula Saulo
Minha avó Dôra
Meu avô paterno Luiz
O saudoso tio Paulo
Aretusa, Artoni, Mário
O estimado tio Ary
Adriana, Hélder, Branta
Meu avô materno Amarílio
Elias, Penha, Seu Zé, Geni
Luluca, Dida, Maria Eduarda
Tio Ivan, tio Lio e o amigo Sissi
Bisavós Coleta e Nina
Zeca, Paúca, Dodô, Maurílio
Inaldo, Fanca, Erisson, Dona Bibi
Estes, assim como tantos outros
Não estão mais por aqui
Mas finados nunca foram
Vivem e a eles louvo
Todos eles vivem em mim...
domingo, 30 de outubro de 2011
Sem fronteiras
Voei...
Além da mente...
Aqui chegamos sem pagar nada.
Aqui todos se apossaram de tudo.
Aqui respiramos de graça.
Aqui compartilhamos vidas e graças.
Aqui segmentamos o mundo.
Voei...
Além da mente...
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
É? Não é?
Sidney Nicéas e convidados na Saraiva do Shopping Recife!
domingo, 16 de outubro de 2011
Miséria
Quem vai julgar uma mãe que dá o próprio filho? Quem vai acusar uma mulher que tira a própria vida? Quem, em seu lugar, não se entregaria à miséria? Quem???
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Efeito Estufa
O mundo estava um caos. Desordem reinante espelhada no tráfego intenso, engarrafado, sufocante. O termômetro, no imenso painel eletrônico localizado numa das esquinas, revelava trinta e sete graus. O calor só aumentava a sensação de agonia.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Implacável
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Entre o Nascer e o Morrer
Nascimento e morte são as únicas certezas da vida. Pessoas chegam, pessoas vão. Chegadas e partidas controladas pelas mãos invisíveis do infinito. E esse ir e vir realça a efemeridade da vida humana nesse planeta chamado Terra.
A certeza na imortalidade da alma é contraponto ante ao estado ilusório da matéria. A vida terrena é, sim, uma ilusão. Estamos de passagem. Aqui chegamos e, daqui, voltamos pra casa, para a verdadeira vida. A ilusão da matéria causa cegueira, travestindo a real percepção de que somos espírito, alma – e não um frágil e destrutível corpo de carne.
Enquanto vivos, somos ludibriados pelos sentidos. As sensações são o estado supremo da ilusão. Prazer e dor envolvem o ser humano como se fossem reais. E não são. O mestre indiano Paramahansa Yogananda costumava se referir à vida humana como um “filme cósmico”. Aqui chegamos como atores para interpretar papéis dos mais diversos, até que encontramos Deus, o grande Diretor – e Ele não está em outro lugar senão dentro de cada ser.
O equilíbrio, assim, é a meta. Ser comedido nos momentos de alegria e de tristeza é receita infalível ante a ilusão sensorial. Vida e Morte não existem. Apenas somos. E nos momentos mais difíceis é que precisamos dessa compreensão.
Entre o nascer e o morrer há o tempo. Coisa nossa. Passageira, mas que nos proporciona a ideia de que é preciso, sim, crescer. Ser mais. Evoluir. Amar. A saudade dos que ‘voltaram pra casa’ torna-se, então, algo saudável ante a certeza da vida eterna – e do reencontro.
Esse texto é dedicado a todos aqueles que passam por situações difíceis em todos os rincões do mundo. É, também, mais uma tentativa pessoal de absorver essa filosofia tão real e ainda tão difícil. É, acima de tudo, a minha sincera homenagem à família Nicéas pela tragédia acontecida nesse final de semana em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Que Deus nos abençoe, hoje e sempre...
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“Para cada um virá um tempo em que perceberá que todo o universo foi um sonho: quando descobrirmos que a alma é infinitamente melhor do que o que a cerca. É apenas uma questão de tempo, e o tempo nada é diante do infinito”. (Shirdi Sai Baba)
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
'Os Donos da Rua' Novamente em Foco

FERNANDES/DP/D.A PRESS







